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Cidade: Goiânia (GO)
Celular: Nokia 1100
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Telemig está para iniciar a 3G
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Telemig Celular descarta adquirir novas freqüências em leilões de 3G ou de WiMAX 26/03/07 - 13h58 | Marineide Marques
Mesmo sem interesse nas faixas, operadora tenta atrasar venda de novas licenças.
Com o lançamento da rede de terceira geração em 805 MHz, a Telemig Celular não planeja participar dos leilões de freqüências para o 3G em 1,9 GHz ou para o WiMAX, em 3,5 GHz. “A escolha (do 850 GHz) nos dispensa de participar de futuros leilões para entrar neste mercado”, disse o CEO da operadora, André Mastrobuono, que nesta segunda-feira, 26, anunciou uma parceria com a Ericsson para construção de uma rede WCDMA. Segundo ele, o modelo de negócios para uma rede WiMAX ainda não se provou lucrativo. “O embate de tecnologias sempre vai existir, mas a escolha da Telemig não é pelo WiMAX neste primeiro momento”, disse.
Apesar de não ter interesse pelo leilão, a Telemig tenta atrasar o processo de venda de novas licenças. A proposta de edital para o leilão das sobras do Serviço Móvel Pessoal (SMP) teve sua consulta pública suspensa por força de uma liminar obtida pela operadora mineira, que questiona a venda antes da aprovação de um novo plano geral de autorizações (PGA) para o SMP. “Estamos brigando para que o processo seja correto. Primeiro se corrige o PGA e depois se lança o edital”, defende o executivo. Com o impasse jurídico, a Telemig ganha a dianteira para lançar a rede de 3G antes da concorrência e atrasa ainda mais a chegada da Vivo a Minas Gerais.
A jogada tem sido interpretada pelo mercado como uma estratégia de valorização da Telemig Celular, que está em processo de venda. Os controladores da operadora – o Citigroup e os fundos de pensão – colocaram a empresa a venda e a expectativa é de que a sala de informações seja aberta nos próximos dias. “Trabalhamos para sermos competitivos no mercado, não objetivando a venda”, afirma Mastrobuono.
Telemig Celular anuncia rede WCDMA em 850 MHz 26/03/07 - 12h34 | Marineide Marques
O contrato prevê exclusividade para a Ericsson, mas o valor não é revelado.
A Telemig Celular promete sair na frente com uma operação de terceira geração em 850 MHz. Enquanto a Claro ainda estuda a tecnologia, a operadora mineira anunciou nesta segunda-feira, 25, um contrato com a Ericsson para implementar uma rede WCDMA com capacidade para HSPA, uma solução que permite taxas de transmissão de até 42 Mbps para downlink e 12 Mbps para uplink.
As partes não revelam o valor do contrato, mas a Telemig prevê para este ano um investimento de R$ 200 milhões em rede. "O principal gasto será com o WCDMA", disse CEO da operadora, André Mastrobuono. Não há ainda um cronograma fechado para construção da rede. Os testes começam por Belo Horizonte entre 60 e 90 dias, período no qual algumas estações rádio-base da atual rede GSM ganharão um upgrade para WCDMA. "O core da rede é o mesmo", informa o vice-presidente da Ericsson Eduardo Ricota.
A definição do cronograma dependerá do ritmo de migração dos atuais assinantes TDMA, que ainda são metade da base de 3,4 milhões de assinantes da Telemig Celular. "A expectativa é que até dezembro 80% da base esteja no GSM", disse Mastrobuono. A implantação, segundo ele, ainda depende de uma prospecção de mercado para determinar as áreas que têm demanda pelo serviço.
Com o WCDMA, a Telemig deve partir para o mercado de acesso à banda larga, disputando clientes com as operadoras de telefonia e de TV por assinatura, que hoje dominam o segmento com as tecnologias cabeadas. O plano de negócios para a nova tecnologia, no entanto, ainda não foi fechado e deve incluir serviços multimídia, videoconferência e vigilância remota.
Segundo Mastrobuono, as negociações com os fornecedores de terminais já começaram. O principal mercado consumidor destes aparelhos na faixa de 850 MHz é os Estados Unidos, onde a Cingular oferece celulares quadriband, que funcionam nas redes de 850 MHz, 1,8 Ghz, 1,9 Ghz e 2,1 GHz. "Os terminais têm escala e custam em torno de 100 doláres", informa o vice-presidente da Ericsson Jesper Rhode.
Hoje a Ericsson divide com a Huawei o fornecimento da rede GSM para a Telemig. Com a migração para 3G a concorrente chinesa deve perder espaço, pois o contrato prevê exclusividade e fornecimento de toda as etapas do projeto - implantação da rede, integração dos sistemas e consultoria empresarial.
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Claro que você tem mais
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